10.4.07
Trabalhando e Blogando....
É pessoal, hoje comecei a trabalhar e o blog precisará passar por uma reformulação, o tempo está curto também por parte da minha faculdade, infelizmente a freqüência das postagens irá cair até que eu reorganize o meu horário. Não vou dar muitos detalhes sobre isso agora mas, provavelmente o Mundo hev volte em seu próprio domínio e muitas novidades que já estão no papel.
Fiquem com Deus e até a volta!
7.4.07
O Minimalismo nos gerenciadores de janelas
Muito se fala atualmente sobre GNOME, KDE, Beryl+Compiz e cia. Fala-se tanto, que nos esquecemos que nem todas as pessoas possuem componentes de hardware para suportá-los, e que, nem todos os usuários gostam de tanta exuberância em seus desktops, muitos preferem a simplicidade, o que não quer dizer que os desktops devam perder elegância para isso.
Minimalismo, segundo o Aurélio:
"Corrente surgida por volta de 1965, e que visa a reduzir a pintura e a escultura às mais simples formas, muitas vezes repetidas. Forma e conteúdo se confundem sem qualquer intenção expressiva. "
Uma das vantagens do Linux, é que sempre temos soluções alternativas a nossa disposição, para qualquer tipo de software, e através deste post quero garantir, principalmente aos amigos e amigas recém-chegados no mundo do Linux, que é possível manter um Linux com aparência limpa, elegante e bem lustrada sem sacrificar os recursos do PC e, principalmente, sem perder funcionalidades para isso.
Vejamos alguns exemplos:
Fluxbox
Muito querido por muitos, principalmente os que usam Linux a bastante tempo, por sua imensa versatilidade, e baixíssimo consumo de memória, o arquivo de instalação contém menos de 1 MB, a configuração dele é manual, por arquivos de configuração, mas nada complexa, e aliado a outros pequenos aplicativos, veja o que se pode fazer com ele:
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Por estes motivos o Fluxbox está presente em muitas distribuições como Slackware, Goblinx, DSL (Damn Small Linux), Debian-BR-CDD(no modo desktop leve). O Fluxbox está disponível em pacotes pré-compilados para Debian, Slackware, Fedora, Suse, NetBSD e OpenBSD.
Um ponto baixo no Fluxbox é que não vem com gerenciador de arquivos por padrão, um dos fatores que justificam seu pequeno tamanho, a maioria dos usuários utiliza o ROX-Filer em conjunto com o Fluxbox, eu utilizava o Xfe que possui um pouco mais de recursos apesar dele se parecer com o Windows Explorer.
Tutoriais Sobre Fluxbox:
ROX Desktop
Um projeto novo, mas promissor, como você deve ter suposto o ROX Desktop é dos criadores do ROX Filer, citado a pouco, que já existia anteriormente e agora compõe o quadro de aplicativos do ROX Desktop, ainda não usei este gerenciador de janelas, mas segundo o site oficial ele funciona bem no Ubuntu 6.10, O ROX já vem acompanhado com: gerenciador de arquivos, um utilitário para compactação e descompactação, suporte a temas, ainda pretendo testá-lo e montar um tutorial.
Screenshots do ROX Desktop
XFCE
Outro gerenciador de janelas muito conhecido, existe até uma versão do Ubuntu onde ele é o gerenciador padrão (Xubuntu). Também está presente no Slackware, não é tão leve quanto os outros, mas um PC modesto pode rodá-lo sem complicações. O XFCE possui uma grande quantidade de aplicações próprias como: gerenciador de arquivos, visualizador de imagem e player de mídia, editor de texto, controle de volume e emulador de terminal. Também possui suporte a temas.
Neste Artigo sobre o XFCE, o IcePeak o definiu como "uma mistura da funcionalidade do KDE com o layout do Gnome e a leveza do Fluxbox", mais coerente impossível.
Veja os Screenshots
Artigos sobre o XFCE:
Enlightenment
De todos o mais elegante (na minha opinião), também é um projeto de interface completo, com aplicativos próprios, também possui um conjunto de bibliotecas próprias, assim como o KDE tem o QT e GNOME tem o GTK, o Enlightenment possui o EFL (Enlightenment Foundation Libraries), que são bem mais leves. Um recurso interessante deste gerenciador de janelas é a possibilidade de se usar papéis de parede animados.
Tutorial sobre o Enlightenment
Screenshots:
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Bem pessoal, é isso, podemos ver que o conceito de minimalismo no mundo dos computadores é um pouco diferente: trata-se também de simplicidade, mas cada interface seu ponto de originalidade. Para quem opta pela performance ou possui um equipamento modesto, são as melhores opções.
Fiquem com Deus e até a próxima.
Minimalismo, segundo o Aurélio:
"Corrente surgida por volta de 1965, e que visa a reduzir a pintura e a escultura às mais simples formas, muitas vezes repetidas. Forma e conteúdo se confundem sem qualquer intenção expressiva. "
Uma das vantagens do Linux, é que sempre temos soluções alternativas a nossa disposição, para qualquer tipo de software, e através deste post quero garantir, principalmente aos amigos e amigas recém-chegados no mundo do Linux, que é possível manter um Linux com aparência limpa, elegante e bem lustrada sem sacrificar os recursos do PC e, principalmente, sem perder funcionalidades para isso.
Vejamos alguns exemplos:
Fluxbox
Muito querido por muitos, principalmente os que usam Linux a bastante tempo, por sua imensa versatilidade, e baixíssimo consumo de memória, o arquivo de instalação contém menos de 1 MB, a configuração dele é manual, por arquivos de configuração, mas nada complexa, e aliado a outros pequenos aplicativos, veja o que se pode fazer com ele:
Por estes motivos o Fluxbox está presente em muitas distribuições como Slackware, Goblinx, DSL (Damn Small Linux), Debian-BR-CDD(no modo desktop leve). O Fluxbox está disponível em pacotes pré-compilados para Debian, Slackware, Fedora, Suse, NetBSD e OpenBSD.
Um ponto baixo no Fluxbox é que não vem com gerenciador de arquivos por padrão, um dos fatores que justificam seu pequeno tamanho, a maioria dos usuários utiliza o ROX-Filer em conjunto com o Fluxbox, eu utilizava o Xfe que possui um pouco mais de recursos apesar dele se parecer com o Windows Explorer.
Tutoriais Sobre Fluxbox:
- ícones no Fluxbox, Openbox e Blackbox
- Colocando seu Fluxbox Totalmente Transparente
- Deixando o Fluxbox com a sua cara
ROX Desktop
Um projeto novo, mas promissor, como você deve ter suposto o ROX Desktop é dos criadores do ROX Filer, citado a pouco, que já existia anteriormente e agora compõe o quadro de aplicativos do ROX Desktop, ainda não usei este gerenciador de janelas, mas segundo o site oficial ele funciona bem no Ubuntu 6.10, O ROX já vem acompanhado com: gerenciador de arquivos, um utilitário para compactação e descompactação, suporte a temas, ainda pretendo testá-lo e montar um tutorial.
Screenshots do ROX Desktop
XFCE
Outro gerenciador de janelas muito conhecido, existe até uma versão do Ubuntu onde ele é o gerenciador padrão (Xubuntu). Também está presente no Slackware, não é tão leve quanto os outros, mas um PC modesto pode rodá-lo sem complicações. O XFCE possui uma grande quantidade de aplicações próprias como: gerenciador de arquivos, visualizador de imagem e player de mídia, editor de texto, controle de volume e emulador de terminal. Também possui suporte a temas.
Neste Artigo sobre o XFCE, o IcePeak o definiu como "uma mistura da funcionalidade do KDE com o layout do Gnome e a leveza do Fluxbox", mais coerente impossível.
Veja os Screenshots
Artigos sobre o XFCE:
- XFCE 4.4 - Desktop alternativo a dupla KDE/Gnome
- Compilando e instalando o XFCE 4.2 no SuSE através dos fontes
Enlightenment
De todos o mais elegante (na minha opinião), também é um projeto de interface completo, com aplicativos próprios, também possui um conjunto de bibliotecas próprias, assim como o KDE tem o QT e GNOME tem o GTK, o Enlightenment possui o EFL (Enlightenment Foundation Libraries), que são bem mais leves. Um recurso interessante deste gerenciador de janelas é a possibilidade de se usar papéis de parede animados.
Tutorial sobre o Enlightenment
Screenshots:
Bem pessoal, é isso, podemos ver que o conceito de minimalismo no mundo dos computadores é um pouco diferente: trata-se também de simplicidade, mas cada interface seu ponto de originalidade. Para quem opta pela performance ou possui um equipamento modesto, são as melhores opções.
Fiquem com Deus e até a próxima.
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4.4.07
Será que o Linux perdeu o romantismo?
O número de distribuições Linux destinadas a usuários-finais vem crescendo bastante, e as facilidades também, o que é muito bom, alguns dias após o lançamento da versão beta do Ubuntu 7, já tinha gente falando que estragaram o Linux. (no bom sentido é claro, visite o link e você vai entender).
O artigo do Bruno Alves, que acabei de citar, é um típico artigo de um usuário Linux romântico (não sei se ele se considera assim). Para que você entenda o que é um usuário romântico, vou usar minha história com o Linux como exemplo:
Comecei a usar Linux quando ainda estava no curso técnico de informática, fiquei um tempo no Kurumin e pulei logo para o Slackware.
Tinha que fazer tudo manualmente, fazer o Slack reconhecer as partições do Windows, Meu Drive de CD-RW, Rodinha do Mouse, acreditem, até para o PC desligar automaticamente eu tive que editar arquivos de configuração, no Kurumin a facilidade era maior (lógico), mas a versão que eu usei (4.0) ainda exigia algum esforço a mais, dependendo da necessidade. Mas por incrível que pareça, aquilo me dava muito prazer (eu sei, coisa de nerd, mas dava), eu tinha uma certa sensação de poder, a possibilidade de alterar as "entranhas" do sistema me encantava.
Na classe do curso técnico, eu chegava e contava pros meus amigos "Caramba! Consegui configurar o USB no meu slack!", e como resposta: "Deixa de nerdice". Os próprios nerds me acusavam de nerdice hehe, também, era o único que usava Linux (além do professor, outro fanático). Enfim, gostava de "sofrer", era (sou) um romântico.
Se você um dia tiver a oportunidade de encontrar duas ou mais pessoas contando sobre seus feitos no Linux com empolgação e sorrisos na face, isso é bem comum nos congressos sobre Linux, você vai saber do que eu estou falando.
Com a chegada do Ubuntu e dos seus amigos, tudo ficou fácil, os amigos chegam para mim e falam que foi tudo fácil, tudo já estava funcionando, o pendrive montou sozinho.. etc.
Isso é ótimo, é claro, não acho que o Linux ainda tenha perdido a graça, talvez nunca perca, afinal estas distribuições ditas "hardcore" ainda estão aí, fazendo escola e mantendo tradições, e as mais amigáveis, para os não-nerds são muito empolgantes também, quem é que não se impressiona com um Beryl funcionando numa distro, por exemplo.
Na verdade, multiplicaram-se os modos de se amar o Linux, o modo romântico, o objetivo ou seja lá qual for, escolha o seu e viva a Liberdade!
Fiquem com Deus e até a próxima.
O artigo do Bruno Alves, que acabei de citar, é um típico artigo de um usuário Linux romântico (não sei se ele se considera assim). Para que você entenda o que é um usuário romântico, vou usar minha história com o Linux como exemplo:
Comecei a usar Linux quando ainda estava no curso técnico de informática, fiquei um tempo no Kurumin e pulei logo para o Slackware.
Tinha que fazer tudo manualmente, fazer o Slack reconhecer as partições do Windows, Meu Drive de CD-RW, Rodinha do Mouse, acreditem, até para o PC desligar automaticamente eu tive que editar arquivos de configuração, no Kurumin a facilidade era maior (lógico), mas a versão que eu usei (4.0) ainda exigia algum esforço a mais, dependendo da necessidade. Mas por incrível que pareça, aquilo me dava muito prazer (eu sei, coisa de nerd, mas dava), eu tinha uma certa sensação de poder, a possibilidade de alterar as "entranhas" do sistema me encantava.
Na classe do curso técnico, eu chegava e contava pros meus amigos "Caramba! Consegui configurar o USB no meu slack!", e como resposta: "Deixa de nerdice". Os próprios nerds me acusavam de nerdice hehe, também, era o único que usava Linux (além do professor, outro fanático). Enfim, gostava de "sofrer", era (sou) um romântico.
Se você um dia tiver a oportunidade de encontrar duas ou mais pessoas contando sobre seus feitos no Linux com empolgação e sorrisos na face, isso é bem comum nos congressos sobre Linux, você vai saber do que eu estou falando.
Com a chegada do Ubuntu e dos seus amigos, tudo ficou fácil, os amigos chegam para mim e falam que foi tudo fácil, tudo já estava funcionando, o pendrive montou sozinho.. etc.
Isso é ótimo, é claro, não acho que o Linux ainda tenha perdido a graça, talvez nunca perca, afinal estas distribuições ditas "hardcore" ainda estão aí, fazendo escola e mantendo tradições, e as mais amigáveis, para os não-nerds são muito empolgantes também, quem é que não se impressiona com um Beryl funcionando numa distro, por exemplo.
Na verdade, multiplicaram-se os modos de se amar o Linux, o modo romântico, o objetivo ou seja lá qual for, escolha o seu e viva a Liberdade!
Fiquem com Deus e até a próxima.
3.4.07
E-books sobre Linux, de Graça!
Mais uma pequena ajuda ao pessoal que está precisando aprender o Linux a fundo, encontrei alguns links, todos do 4shared, com centenas de livros(alguns em inglês), apostilas e manuais sobre Linux, em formato eletrônico. Vamos aos links:
Link1 | Link2 | link3 | Link4
Infelizmente não posso garantir se são endereços duradouros, portanto, em casos de links quebrados, comente.
Fiquem com Deus e até a próxima.
Link1 | Link2 | link3 | Link4
Infelizmente não posso garantir se são endereços duradouros, portanto, em casos de links quebrados, comente.
Fiquem com Deus e até a próxima.
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